Estes são os acontecimentos mais recentes da guerra no Oriente Médio:
Irã "não vê nenhuma razão para negociar" com os EUA
O chanceler do Irã, Abbas Araghchi, rebateu as declarações do presidente americano, Donald Trump, de que seu país quer chegar a um acordo para pôr fim à guerra.
"Não vemos nenhuma razão pela qual devamos falar com os americanos, porque já estávamos conversando com eles quando decidiram nos atacar", disse Araghchi em declarações à emissora CBS.
Base de Itália e EUA no Kuwait é atingida por drones -
O exército italiano informou que a base aérea Ali Alalem, no Kuwait, onde estão estacionadas forças italianas e americanas, sofreu um ataque com drones que não deixou vítimas.
Mísseis iranianos deixam ao menos oito feridos em Israel -
Pelo menos oito pessoas ficaram feridas em Israel em vários ataques com mísseis disparados do Irã, informaram as autoridades locais.
A polícia israelense e socorristas da organização Magen David Adom denunciaram que dois projéteis continham munição de fragmentação.
Líbano reporta 850 mortos na guerra -
Os ataques israelenses mataram 850 pessoas no Líbano, inclusive 107 crianças, anunciou o Ministério da Saúde libanês.
Entre os mortos nesta guerra, desatada por um ataque do movimento libanês pró-iraniano Hezbollah contra Israel em 2 de março, há 66 mulheres e 32 membros de pessoal de saúde, detalhou o ministério.
Ao menos 38 são detidos no Irã, acusados de cooperar com Israel -
As autoridades iranianas detiveram pelo menos 38 pessoas em vários pontos do país, acusadas de cooperar com Israel.
Ao menos 20 foram detidas na província do Azerbaijão Ocidental, no noroeste, por terem "transmitido informação sobre instalações militares, policiais e de segurança ao inimigo sionista", reportou a agência de notícias Fars.
A agência Tasnim, que citou o Ministério da Inteligência, reportou que outras 18 pessoas foram detidas por "enviar imagens de locais bombardeados por Israel e Estados Unidos", assim como outras localizações, ao canal de televisão Iran International, sediado em Londres.
Hezbollah afirma que disparou "míssil sofisticado" contra Israel -
O grupo libanês Hezbollah, apoiado pelo Irã, afirmou ter lançado um ataque com "um míssil sofisticado" contra a base de Palmajim, em Israel.
Irã denuncia ataques de bases dos EUA no Oriente Médio -
Em declarações ao veículo em língua árabe Al-Araby Al-Jadeed, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou ter "muitas provas" de que bases dos Estados Unidos no Oriente Médio foram utilizadas para atacar o país.
Araghchi fez também um alerta: "Esta guerra terminará quando tivermos a certeza de que não se repetirá e de que serão pagas reparações. Já vivemos isso no ano passado: Israel atacou, depois os Estados Unidos (...) se reagruparam e voltaram a nos atacar".
Israel não prevê negociar com o Líbano -
Israel afirmou que não estão previstas negociações diretas com o Líbano para pôr fim à guerra.
Uma fonte libanesa havia declarado no sábado que as negociações estavam "na agenda" e que os preparativos para a formação de uma delegação estavam "em curso", mas ressaltou que era necessário "um compromisso israelense em favor de uma trégua ou de um cessar-fogo".
Irã ataca Israel -
O Exército iraniano declarou ter atacado com drones uma importante unidade policial e um centro de comunicações via satélite em Israel.
Teerã pede que se evitem ações que ampliem a guerra -
O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, pediu aos demais países que evitem qualquer ação que possa ampliar a guerra com Israel e os Estados Unidos, durante conversa com o ministro francês das Relações Exteriores, Jean-Noël Barrot.
O presidente americano, Donald Trump, tinha dito no sábado que outros países "devem se encarregar" de garantir a segurança no Estreito de Ormuz com o envio de navios.
Ele citou China, França, Japão, Coreia do Sul e Reino Unido.
Ataques de drones perto de prisão para jihadistas no Iraque -
Autoridades iraquianas expressaram preocupação com os repetidos ataques de drones nas proximidades do aeroporto de Bagdá, que ameaçam diretamente uma prisão de alta segurança onde estão supostos jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI).
Grandes Prêmios de F1 da Arábia Saudita e do Bahrein cancelados pela guerra -
Os Grandes Prêmios de Fórmula 1 do Bahrein e da Arábia Saudita foram cancelados devido à guerra, anunciou, neste domingo, a Federação Internacional do Automobilismo (FIA).
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