Trump diz que EUA vão ajudar a retirar navios presos no Estreito de Ormuz a partir de segunda, 4
Publicada em 04/05/26 às 04:34h - 12 visualizações
Estadão
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Trump diz que representantes dos EUA estão tendo discussões muito positivas com o Irã (Foto: Alex Brandon/AP)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo, 3, na rede Truth Social, que o país vai ajudar a retirar navios presos no Estreito de Ormuz desde o início do conflito, no fim de fevereiro.
As embarcações, disse ele, pertencem a países que não têm nenhuma relação com a guerra.
“Países de todo o mundo, quase todos sem envolvimento no conflito no Oriente Médio, que se desenrola de forma tão visível e violenta, pediram aos Estados Unidos que ajudassem a liberar seus navios, que estão retidos no Estreito de Ormuz, por algo com o qual não têm absolutamente nada a ver, são meros espectadores neutros e inocentes!“, disse o presidente americano.
Por isso, destacou ele, os EUA vão guiar seus navios com segurança para fora das vias navegáveis ??restritas".
Trump afirmou que, a partir de segunda-feira, 4, de manhã, no horário do Oriente Médio, começará o chamado “Projeto Liberdade”, que engloba os melhores esforços para tirar do local os navios e as tripulações “que não fizeram nada de errado”.
Trata-se, segundo Trump, de um “gesto humanitário”.
Ele alertou que qualquer interferência no processo de liberação das embarcações “infelizmente terá de ser tratada com força”.
Em longo post, o presidente americano menciona que muitos dos navios no Estreito de Ormuz lidam com escassez de alimentos, o que dificulta manter a tripulação de maneira saudável e higiênica.
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Segundo Trump, os países que o contataram disseram que não retornarão ao Estreito de Ormuz até que a área se torne segura para navegação.
O presidente americano disse que seus representantes estão tendo discussões muito positivas com o Irã, que podem levar a “algo muito positivo para todos”.
Mais cedo neste domingo, o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, disse que está avaliando a resposta dos Estados Unidos à sua última proposta, que aborda 14 pontos, para encerrar a guerra, mas deixou claro que não há negociações nucleares no momento.
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