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Política

Os 4 senadores aliados de Flávio Bolsonaro que votaram contra o fim da escala 6×1

Publicada em 02/09/26 às 23:52h - 11 visualizações

Revista Fórum


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Os 4 senadores aliados de Flávio Bolsonaro que votaram contra o fim da escala 6×1
Os 4 senadores aliados de Flávio Bolsonaro que votaram contra o fim da escala 6×1  (Foto: Reprodução)

A aprovação da PEC que prevê o fim da escala 6×1 na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado teve quatro votos contrários. Rogério Marinho (PL-RN), Jaime Bagattoli (PL-RO), Tereza Cristina (PP-MS) e Hamilton Mourão (Republicanos-RS) foram os senadores que se posicionaram contra o avanço da proposta que reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais sem redução salarial. A votação ocorreu nesta quarta-feira (2) e marcou mais uma etapa da tramitação da proposta, que agora depende de análise do plenário do Senado. O tema é uma das principais pautas trabalhistas defendidas pelo governo Lula e por movimentos ligados à redução da jornada. Nas redes sociais, defensores do fim da escala 6×1 passaram a divulgar os nomes dos quatro senadores que votaram contra a PEC e cobraram que a população acompanhe a posição dos parlamentares sobre a mudança na jornada de trabalho. Durante a sessão, o clima ficou marcado por momentos de tensão entre os senadores. O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), fez uma brincadeira com o senador Rogério Marinho, um dos críticos da proposta, ao oferecer um “calmante” ao parlamentar durante o debate. Otto também afirmou, em tom de humor, que havia levado para a sessão medicamentos para pressão alta e para situações de emergência, em uma referência ao clima acalorado da discussão. O relatório da PEC, apresentado pelo senador Omar Aziz (PSD-AM), manteve o texto aprovado pela Câmara dos Deputados para evitar que a proposta retornasse aos deputados. A mudança prevê uma transição gradual até a jornada de 40 horas semanais. A votação definitiva depende agora da articulação dos líderes partidários. Por se tratar de uma Proposta de Emenda à Constituição, o texto precisa de 49 votos favoráveis em dois turnos no plenário do Senado.


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