noticias17 Seja bem vindo ao nosso site Rádio Rondônia Online!

Política

O que ocorre se o Paraná eleger Deltan Dallagnol ao Senado

Publicada em 01/10/26 às 20:06h - 9 visualizações

Jetts


Compartilhe
Compartilhar a noticia O que ocorre se o Paraná eleger Deltan Dallagnol ao Senado  Compartilhar a noticia O que ocorre se o Paraná eleger Deltan Dallagnol ao Senado  Compartilhar a noticia O que ocorre se o Paraná eleger Deltan Dallagnol ao Senado

Link da Notícia:

O que ocorre se o Paraná eleger Deltan Dallagnol ao Senado
Deltan Dallagnol em sessão no TSE sobre sua candidatura ao Senado pelo Paraná  (Foto: © Foto: Instagram)

O ex-procurador da Lava Jato e candidato do Novo ao Senado pelo Paraná, Deltan Dallagnol, afirmou na quarta-feira (30.set.2026) que seu nome constará nas urnas na votação de domingo (4.out). No entanto, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda não decidiu se ele permanece inelegível em razão da cassação de seu mandato de deputado federal em 2023. Esse recurso está pendente de julgamento e não tem data prevista, o que deixa em aberto a validade dos votos destinados ao candidato caso ele vença as urnas. Em 8 de setembro, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) deferiu o registro de candidatura de Dallagnol, mas no dia 21 de setembro o ministro Floriano de Azevedo Marques, do TSE, manteve a suspensão de todos os atos de campanha do postulante. Desde então, o ex-procurador está proibido de pedir votos, participar de debates e veicular propaganda eleitoral em rádio e TV, o que limita significativamente a exposição de sua proposta política junto ao eleitorado. Caso Deltan Dallagnol seja eleito e, posteriormente ao primeiro turno, tenha sua candidatura indeferida pelo TSE, todos os votos a ele dados serão anulados. Se ele ocupar a primeira ou a segunda colocação, será convocada uma nova eleição suplementar para preencher a única vaga ao Senado em disputa no Paraná. Esse mecanismo busca garantir que o eleitor possa escolher um representante cujo registro esteja completamente validado, mas pode prolongar o processo eleitoral. Em 2023, o Supremo Tribunal Federal (STF) definiu que a vaga de senador aberta por cassação da chapa eleita titulares e suplentes só deve ser preenchida após eleição suplementar, descartando a nomeação interina do candidato mais votado na disputa original. A decisão foi motivada pela cassação da ex-senadora Selma Arruda, eleita por Mato Grosso em 2018, e serve de precedente legal para estados como o Paraná, onde uma eventual anulação de votos exigiria o mesmo procedimento. Se o TSE deliberar pelo indeferimento da candidatura de Dallagnol antes do primeiro turno, seu nome permanecerá nos boletins de votação, mas os votos recebidos poderão ser considerados nulos. Nesse cenário, serão declarados eleitos os dois candidatos que obtiverem as maiores quantidades de votos válidos. A indefinição jurídica gera tensão entre partidos e eleitores, que acompanham de perto qualquer decisão do TSE para avaliar a efetiva contagem dos votos.


ATENÇÃO:Os comentários postados abaixo representam a opinião do leitor e não necessariamente do nosso site. Toda responsabilidade das mensagens é do autor da postagem.

Deixe seu comentário!

Nome
Email
Comentário
0 / 500 caracteres

Captcha do formulário de Comentários
Insira os caracteres no campo abaixo:








Nosso Whatsapp

 (99)9999-9999

Visitas: 189430
Usuários Online: 1
Copyright (c) 2026 - Rádio Rondônia Online